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A próxima onda do game

Para o CEO da Loud, Bruno Bittencourt, mercado de games tem potencial enorme, mas marcas precisam se antecipar às novidades

Isabella Lessa
7 de outubro de 2021 - 20h18

Bruno Bittencourt e Bianca Lula, da Loud: investir em games é como investir no mercado financeiro (Crédito: Eduardo Lopes/Imagem Paulista)

Fora do palco do Maximídia, Bianca Lula, apresentadora, streamer e influenciadora da Loud, e Bruno Bittencourt, CEO da empresa de jogos, são conhecidos, respectivamente, pelos nomes de gamers Thaiga e PlayHard.

Ambos são exemplos práticos do momento de games no Brasil: Bruno passou de influenciador nas redes sociais à CEO de uma das principais plataformas de conteúdo de games mobile. Já Bianca, que começou a carreira em agências, acabou virando a mídia em si: começou como criadora de conteúdo de League of Legends e hoje, como parte do time da Loud, segue expandindo seus seguidores no Instagram, no Twitch, e no YouTube. “Atuei em agência de endomarketing, atendi o Itaú e hoje sou agenciada por eles”, contou Bianca.

Na visão de Bruno, as marcas estão começando a trazer valor de mídia e estrutura para os games, gerando um potencial para o segmento ocupar patamares semelhantes aos dos esportes tradicionais na mídia. “Antes, não tinha banco interagindo, agora tem Babi no intervalo do Jornal Nacional”, disse, se referindo ao case de Itaú – patrocinador da Loud – criado pela Africa com Babi, a brasileira mais popular do Twitch, com 1,2 milhão de seguidores.

A ascensão da popularidade dos games entre grandes marcas guarda uma ressalva, porém: assim como no mercado de criptomoedas, comparou Bruno, muitas empresas vão atrás do hype e quando entram, já é tarde demais. O executivo pontuou que o mercado de games é bastante parecido com o financeiro na velocidade das mudanças. Não dá para esperar e ver o que está em alta, é preciso se associar a agências, profissionais e parceiros estratégicos para saber qual a próxima grande onda.

Falando na “next big thing”, ele afirmou que a pauta dos metaversos está muito quente e, cada vez mais, haverá uma integração entre metaverso e blockchain.

Como influenciadora que já teve experiência em marketing, Bianca foi enfática ao dizer que criadores precisam aprender sobre os mercados nos quais atuam para diversificar o portfólio e não podem se privar de entender conteúdos, comunidades e plataformas variadas. “Não dá para ficar somente em planos de curto prazo, é preciso ver o que pode ser planejado para daqui três meses, um ano”. Hoje, criadores são bem pagos para se educarem mais e entenderem como certos temas devem ser abordados.

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