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Globo: histórias de uma marca em transformação

Conduzido por Fabio Porchat, painel do grupo de conteúdo destacou a importância das histórias e apresentou novo conceito de comunicação que destaca a presença multiplataforma

Bárbara Sacchitiello
6 de outubro de 2021 - 17h47

Assim como faz em seu programa, Fabio Porchat também pediu aos convidados do painel que contassem suas histórias (Crédito: Eduardo Lopes/Imagem Paulista)

O diretor de marca e comunicação da Globo, Manuel Falcão, não conseguia decidir, ainda quando adolescente, qual faculdade queria cursar. E também não tinha coragem de dizer aos pais que, na verdade, preferia trocar os estudos por dias na praia. Então, para tentar resolver essa questão, ele se inscreveu para dois diferentes vestibulares: em administração e em desenho industrial. Um detalhe, porém, atrapalhou os planos: ambas as provas aconteceriam no mesmo dia. Então, Falcão saiu de casa guiado por uma decisão. Se ele fosse ao ponto de ônibus e, em 10 minutos, passasse o coletivo que ele precisava, ele seguiria e cursaria desenho industrial. Se não passasse, faria administração, que era mais próxima de sua casa. A primeira opção venceu e o executivo, logo depois (precisamente em 1996) ingressou na Globo, empresa que acabou considerando sua verdadeira faculdade.

Manzar Feres ainda trabalhava no Serasa Experien quando recebeu a ligação de uma head hunter convidando-a a participar de um processo seletivo. Embora confortável com sua carreira na época, ela, que tinha trabalhado ao longo de toda a vida com finanças e tecnologia, decidiu ir. Após horas de conversa, regada a muitos chás, ela se surpreendeu e riu ao ouvir da head hunter de que a vaga para a qual ela estava recrutando era para a Globo. “Não tinha nada a ver comigo”, recorda a executiva, que neste ano assumiu o cargo de diretora de negócios em publicidade da emissora e que revela ter descoberto que sua aptidão para tecnologia e dados seriam bem necessárias na companhia atual.

O apelido do criativo Eco Moliterno (que, na verdade, se chama Eduardo Coelho Moliterno) veio de sua paixão pelos desenhos. Ainda adolescente, conseguiu um emprego em uma revista que falava sobre rock e ganhou, como primeiro trabalho, a missão de criar uma charge para representar um suposto desentendimento entre os integrantes da banda Guns N’ Roses. Ao entregar o trabalho, seu chefe pediu para que ele assinasse a arte, mas sugeriu que ele adotasse um ‘nome de cartunista’. Assim, pela primeira vez, Eco Moliterno assinava um trabalho criativo.

Fábio Porchat (à esq.) junto com Manzar Feres, Manuel Falcão e Eco Moliterno (Crédito: Eduardo Lopes/Imagem Paulista)


Essas histórias foram contadas no palco do Maximídia a Fabio Porchat, humorista e apresentador do programa Que História É Essa, que vai ao ar no GNT e também na Globo. A proposta do painel feito pelo grupo de conteúdo era destacar que as histórias e narrativas estão no centro de seus negócios e que, por isso, era preciso evoluir para continuar acompanhando-as.

Por isso, a Globo aproveitou o painel para exibir seu novo projeto de marca, que engloba uma nova identidade visual, um filme manifesto e um novo slogan, que visa representar que o veículo já transpôs o conceito de uma emissora de TV e que também abarca canais pagos, plataformas digitais, streaming (o Globoplay) e quaisquer outras telas em que os espectadores estejam.

“Quando alguém está assistindo a programação da TV pelo Globoplay, no celular, ela está consumindo a TV tradicional ou digital? Não existe mais essa divisão. A gente distribuiu a TV Globo no Globoplay e não tem mais essa linha que separa uma mídia da outra. A forma de capturar os dados para devolver as informações às agências, anunciantes e parceiros também evoluiu e, agora, temos um novo jeito de contar essas histórias”, destacou Manzar.  O trabalho de comunicação, que começa a ser apresentado nesta semana ao mercado publicitário e ao público espectador, contou com parceria da Accenture Interactive.

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