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Whipple: “Experiência da marca tem de tornar vida fácil, eficiente e significativa”

Brian Whipple, CEO global da Accenture Interactive, afirma que, desde o início da pandemia, companhia redobrou foco em reimaginar experiência oferecida pelas marcas

Isabella Lessa
30 de setembro de 2020 - 11h50

Brian Whipple, CEO global da Accenture Interactive (Crédito: Reprodução)

Brian Whipple, CEO global da Accenture Interactive, divide os 200 maiores clientes da companhia entre nativos digitais e não-nativos digitais. Desde que a pandemia começou, o executivo viu o segundo grupo começar a investir mais em iniciativas guiadas pelo propósito. Muitas companhias que não se posicionavam a respeito de questões sociais e sociais, por exemplo, passaram a fazê-lo.

Já os CMOs que fazem parte de organizações que nasceram no digital dobraram os investimentos que já vinham fazendo em áreas como commerce, marketing e tecnologia. Para Whipple, a construção de experiências baseadas em propósitos se torna cada vez mais relevantes quando se leva em conta que marcas como Uber e Spotify foram construídas não com base em publicidade, mas por meio das experiências que as pessoas têm com seus produtos e serviços.

“O que fazemos é ajudar as companhias a identificar qual poderia ser a nova experiência para seus consumidores, cidadãos, pacientes, capaz de tornar a vida humana melhor, torna-la mais eficiente, mais significativa e isso se traduziria em um propósito particular do qual a marca poderia se apropriar ou, ao menos, compartilhar”, afirma.
Neste contexto, uma das áreas que mais tem crescido dentro da Accenture Interactive é o design focado no humano, algo que é aplicado em produtos industriais, healthcare, telecomunicações, entre outras áreas. A criatividade e a tecnologia, que, na visão dele, antes andavam separadas, hoje são mutuamente inclusivas e perpassam todas as atividades da consultoria.

Inovação além do marketing
Para o executivo, a inovação não deve ficar restrita ao marketing, e sim deve funcionar como um conjunto das diversas áreas da companhia. “Os CMOs não são donos da experiência, tampouco os chief sales officers, fornecedores, equipes de tecnologia de PDV… é um conjunto de todas essas coisas. É uma iniciativa que está no nível do CEO e que envolve todas essas partes”, diz.

Daqui em diante, a experiência das marcas precisa ter três elementos, afirma Whipple: tornar a vida do consumidor mais fácil, mais eficiente e mais significativa. Estudos realizados pela companhia apontam que a crise da Covid-19 fez com que as pessoas se tornassem ainda mais sensíveis em relação à confiança depositada nas marcas. Por isso, os três pontos citados por ele se tornam ainda mais importantes para as organizações.

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