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Espontaneidade e dedicação: as lições de Sabrina Sato

Apresentadora da RecordTV fala sobre seus projetos na TV, representatividade na mídia e seu ímpeto de produzir conteúdo para todas as plataformas

Bárbara Sacchitiello
28 de setembro de 2020 - 16h27

Sabrina Sato (Crédito: Reprodução)

O público brasileiro conheceu Sabrina Sato em 2003, quando ela integrou o time de participantes do Big Brother Brasil. Bem antes disso, quando ainda era criança, a jovem já planejava construir sua carreira na mídia televisiva. Hoje apresentadora, modelo, youtuber, atriz, rainha de bateria e uma requisitada personalidade do meio publicitário, Sabrina demonstra no tom de voz a vontade de, independemente da plataforma, continuar criando e participando de projetos de conteúdo.

Na Record há alguns anos, Sabrina se dedica atualmente à gravação de Guerra dos Clones, novo reality de relacionamento que comandará na emissora. Esse é o primeiro trabalho a que ela se dedica após a pandemia, o que demandou, logicamente, a adoção de novos hábitos. “É tudo muito controlado, mas já inventei formas diferentes de me proteger. Construí um tipo de proteção facial que consigo segurar sem borrar a maquiagem, como acontece com a máscara”, conta a apresentadora, declarando-se feliz com a oportunidade de retomar a rotina de trabalho.

Sobre o reality-show, gênero que a projetou e que ainda está presente em seu cotidiano profissional, ela tem uma teoria. “Acho o brasileiro, mais do que em qualquer outro lugar do mundo, gosta de analisar a vida dos outros. É uma característica muito nossa, porque a gente adora palpitar na vida alheia e o reality show é um prato cheio. Eu faço um reality, no meu canal do YouTube, sobre os bastidores da minha preparação para o carnaval. E sempre fecho os patrocinadores antes porque as pessoas gostam muito de acompanhar”, declarou.

Bem-humorada, Sabrina reconhece, no entanto, que faz parte de uma minoria. Descendente de libaneses e de japoneses, ela é uma das poucas personalidades da TV da atualidade com traços asiáticos. Essa falta de diversidade na TV, segundo ela, foi percebida desde criança. “Sempre quis estar na televisão, desde os 5 anos de idade sonho em ser apresentadora e na época, não via ninguém parecida comigo, ninguém com traços japoneses. Claro, tinha muitas mulheres que eu admirava muito e me espelhava nelas, mas eu chegava a pensar: será que os meus traços não são bonitos?”, confessa.

Essa e outras barreiras ela revela ter aprendido a superar com perseverança e com a reconstrução do conceito de diversidade – além, claro, da sororidade. “Cresci com o apoio de mulheres muito fortes, que me ensinaram a ser forte também. Sempre batalhei muito e sempre tive mulheres em quem me inspirar. Quando eu fazia as loucuras no Pânico, eu me espelhava na Gloria Maria, que acho maravilhosa e que fazia aquelas reportagens em vários lugares, se jogava da ponte. Fora as outras inspirações em Xuxa, Hebe Camargo, Angélica. Lembro que minha avó gostava muito da Dercy (Gonçalves) e eu gostava muito dela também por ela falar o que pensa e ser autêntica. Mulheres que quebraram padrões, que fizeram coisas diferente do que se esperava delas, são minha inspiração”, conta.

A respeito de sua relação com a publicidade, Sabrina conta que sempre compreendeu o lado das marcas. “Eu sempre conheci o lado do vendedor, então entendo muito de necessidade comercial. Mas gosto de investigar, conhecer a marca e acho importante que as parcerias que agreguem para os dois lados. Porque eu também sou uma marca e tenho que ser interessante para elas, e elas para mim”, diz. “Também acho que podemos ser proativos. Não precisamos esperar a marca chegar até nós. Crio um monte de projetos na internet e vou atrás das marcas. Mas estudo muito, vejo a responsabilidade social das marcas porque penso sempre no futuro e em parcerias de longo prazo”, frisa.

Consumidora de streaming e plataformas digitais, Sabrina conta que se anima com novas perspectivas de canais de atuação. “A gente tem que aprender, estudar e se jogar. E as plataformas de streaming estão abertas, querem novidades, programas novos, querem vender. E o publico quer tamém poder escolher e assistir o quê ele quiser, onde ele quiser. quero estar no Prime Video, na TV, no Instagram. Eu gosto de gente. É da minha natureza ser exibida. Se puder dar conta de tudo e estar em várias plataformas, para mim será muito melhor”, finaliza.

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