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Nem só bela, nem só fera

Cecilia Russo Troiano, COO da TroianoBranding, fala sobre a relação do empoderamento feminino com as marcas.

Carolina Swenson
26 de setembro de 2017 - 13h09

“Não é apenas ser pró-mulheres para conseguir que sua marca se fortaleça. É preciso que a via usada para empoderar mulheres tenha conexão com o posicionamento da marca.” A afirmação é de Cecilia Russo Troiano, COO da TroianoBranding. Em sua opinião, é necessário que a marca tenha um compromisso verdadeiro em empoderar mulheres, caso contrário fica um discurso falso e oportunista.

A executiva estará presente no painel “Nem só bela, nem só fera: marcas na jornada do empoderamento feminino” ao lado de Jaime Troiano, presidente da TroianoBranding. O papo acontecerá no primeiro dia do MaxiMídia.

1. Como o movimento de empoderamento feminino pode ajudar na construção de um novo caminho para as marcas?
Ir na onda do empoderamento feminino não é algo para todas as marcas. Aliás, vejo hoje várias iniciativas gratuitas, sem sustentação real ou compromisso verdadeiro para empoderar mulheres. Mas, olhando pelo lado positivo, quando marcas adotam e criam práticas que genuinamente empoderam mulheres, é um ganha-ganha. As mulheres ganham porque surgem mais oportunidades e mais visibilidade. Do lado das marcas, quando bem feito, elas conseguem uma aliança poderosa. Mas sempre penso em iniciativas voltadas ao empoderamento feminino que seja uma continuidade natural do posicionamento da marca. Não é apenas ser pró-mulheres para conseguir que sua marca se fortaleça. É preciso que a via usada para empoderar mulheres tenha conexão com o posicionamento da marca. Caso não, fica algo falso e oportunista.

2. O comportamento de consumo das mulheres mudou muito nas últimas décadas?
Mudou e não mudou. Mudou porque hoje temos uma velocidade que não tínhamos antes, novos canais que se abrem todos os dias para as mulheres buscarem informações e novas demandas por produtos em função da mulher estar no mercado de trabalho. As duas primeiras mudanças valem para todos os consumidores, a última é apenas das mulheres. Há uma mudança que leva mulheres a buscar marcas parceiras, que ajudem-nas no gerenciamento da vida de equilibrista, como costumo chamar – que as ajude a conciliar seus múltiplos papéis.

3. Existe alguma experiência recente que poderá ser apresentada durante o evento? Pode nos contar um pouco?
Vamos mostrar uma pesquisa inédita, feita junto a 500 mulheres, de classe AB, em SP e Rio, Nosso foco foi o de entender como as mulheres se veem hoje, como idealizam ser e como as marcas podem ser uma ponte entre esses dois estágios – como elas são e para onde querem ir. Vamos comparar esses dados com um estudo que fizemos há 18 anos, nos mesmos moldes, mostrando mudanças e também o que não mudou.

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