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Qual será o legado da sua marca?

Fabrício Cardoso, sócio-líder de customer e digital da EY, fala sobre as novas atribuições dos CMOs de empresas varejistas

Isabella Lessa
27 de setembro de 2016 - 14h37

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Fabrício Cardoso (Foto: Celina Filgueiras)

Decisões que há poucos anos cabiam ao CIO, como a discussão sobre o que fazer com os dados do cliente e olhar para os diferentes canais pelos quais ele trafega, hoje também dizem respeito aos CMOs. Essas novas atribuições, somadas a um cenário no qual as pessoas exigem engajamento, compartilhamento social e transparência das marcas que estão por trás dos produtos e serviços consumidos, demandam novas reflexões a esses profissionais. Questões discutidas foram por Fabrício Cardoso, sócio-líder de costumer e digital da EY, em painel durante o #MaxiMídia2016 nesta terça-feira, 27.

“Como reorganizar o meu negócio para que o consumidor fique no centro?” e “O que deixar para trás e o que manter para seguir em frente?” são algumas dessas dúvidas. Segundo Fabrício, para que o anunciante – especificamente o de varejo – seja bem-sucedido agora e no futuro, é necessário desafiar preconcepções e a própria economia de massa. “O que foi criado no passado não funciona mais como propósito hoje”, afirmou. Segundo dados da própria EY, até 2020, o mercado varejista movimentará US$ 13 trilhões, crescimento que será impulsionado por quatro grandes drivers: crescimento demográfico mais estabilizado, melhoria nas condições econômicas globais, maturidade do e-commerce e mobile commerce e integração de cadeia.

Até lá, as marcas brasileiras deverão começar a seguir alguns passos já bem ensaiados em mercados como o norte-americano. “O mundo do marketing preocupa-se somente no momento da crise, mas no Brasil não temos leis que obriguem a vigilância aos ataques sofridos na web. Minimizar esses riscos de segurança cibernética é uma prioridade”, disse Fabrício. Outros hábitos que deverão ser incorporados de maneira mais profunda pelo mercado são as parcerias com players da nova economia, como Uber e Shoprunner, e a criação de laboratórios de inovação próprios, como já ocorre no exterior com Walmart e Amazon. “Nesse sentido, o Magazine Luiza é uma grande referência”.

Outra situação que movimenta e irá movimentar ainda mais as grandes marcas é o enfrentamento com fortes concorrentes regionais – assim como ocorreu com o setor das bebidas, que precisaram diversificar seu portfólio e passar a oferecer opções artesanais e locais. “Os consumidores desejam e esperam que marcas tenham sustentabilidade como core e, mais do que isso, que tenham propósito. Quando a gente pensa nisso, na sequência pensa em legado”, afirmou o executivo da EY.

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