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CMO: os desafios do presente e do futuro

Presente no #MaxiMídia2016, Fernando Chacon, CMO do Itaú Unibanco, lista as mudanças no dia-a-dia dos profissionais de marketing

Luiz Gustavo Pacete
27 de setembro de 2016 - 12h58

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Fernando Chacon (Foto: Diego Bianchi)

Responsável pelo marketing do Itaú Unibanco, instituição financeira que tornou-se referência em digital, Fernando Chacon acredita que o equilíbrio entre identificação, propósito de marca, plataformas e conectividade são os elementos que vão proporcionar maior engajamento e proximidade com os consumidores.

Presente no #MaxiMídia2016, Chacon falou sobre os desafios dos CMOs no presente e no futuro. “Apesar de falarmos em habilidades necessárias para o profissional de marketing, nada disso faz sentido se não encararmos a tecnologia como oportunidade, termos o coletivo e o colaborativo como protagonistas, construirmos relações de confiança e termos a ética como algo inegociável”, disse Chacon. Veja a seguir alguns destaques entre o que falou em seu painel:

VELOCIDADE
A transformação das plataformas exige cada vez mais velocidade de adaptação. Isso ficou claro na nossa estratégia com aplicativos. Mudamos de opinião ao longo do tempo. Achávamos que os mono aplicativos eram mais importantes que os full aplicativos, mas percebemos que as pessoas querem a experiência da maneira mais simples possível. Em 2013, nosso aplicativo tinha oito versões, em 2014, chegou a ter 35 e, em 2015, chegamos a 56 versões. No fim, a cada feedback que recebemos uma nova demanda surge. O aprendizado dessa movimentação é que as pessoas precisam se sentir parte da construção de tudo que você está entregando a elas.

CONECTIVIDADE
Ainda que falemos tanto de novas plataformas e digital, precisamos respeitar o perfil do Brasil. Temos toda noite um Super Bowl por meio das novelas. E a televisão precisa fazer parte da estratégia de uma marca que precisa se conectar com o público. E todas as outras plataformas surgem como uma opção relevante de complementaridade. Mas, além disso, também precisamos lembrar dos multitelas. A geração que acorda e vai direto para o celular.

RELEVÂNCIA
As pessoas estão sendo bombardeadas o tempo todo e o que elas não considerarem relevante, simplesmente vão ignorar. As marcas estão o tempo todo disputando espaço na cabeça e coração das pessoas. É preciso ter relevância na vida das pessoas. Não adianta fazer a maior ação de mídia na melhor plataforma se ela não fizer sentido.

TECNOLOGIA
O profissional de marketing precisa estar familiarizado com a tecnologia em um sentido mais amplo. Ele precisa ter domínio de dados. Não precisa ser especialista em técnicas de dados. Mas ter gente competente para fazer isso e ampliar o acesso e uso de informações.

IDENTIFICAÇÃO
Apesar de toda a discussão sobre plataformas e tecnologias, uma marca precisa deixar de forma clara por qual motivo ela existe e como seus signos estão inseridos neste contexto. As pessoas valorizam, ainda que inconscientemente o tom de voz, o olho no olho, a forma como registramos as imagens, ou seja, todos os signos presentes na comunicação, mas nada disso adianta se não houver a identificação. Por isso, mais do que nunca fica claro a importância de que uma marca crie significado por meio de sua identidade.

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