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Maximídia

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Em prol da criatividade, agências devem superar duplas

Arthur Sadoun e Nick Law, do Publicis Groupe, discutiram inovação, tecnologia e o futuro da indústria

Salvador Strano
2 de outubro de 2018 - 12h25

Para que holdings possam continuar espaços criativos relevantes, as agências precisam mudar o formato de duplas de criação. Essa foi a afirmação de Nick Law, CCO do Publicis Groupe, em painel realizado durante o Maximídia nesta terça-feira, 2, em São Paulo. O criativo acredita que o modelo implantado pela plataforma Marcel, onde diversos profissionais da holding podem participar de projetos em diferentes partes do mundo, consegue ampliar a criação trazendo profissionais de outras áreas — como um cientista de dados, por exemplo.

 

Crédito: Denise Tadei

“A inovação gerada pela criação em rede da internet será similar no grupo, com a Marcel. No futuro, não acredito que teremos uma escolha. Com esse cenário, não será possível ter diversas capacidades em um mesmo lugar”, disse Nick.

Durante o evento, o criativo e Arthur Sadoun, CEO e chairman do grupo, indicaram o futuro do modelo das holdings de agências que eles veem como vitorioso em um mercado em constante mudança. Entre elas, aumentar a atuação de suas agências para além do marketing, como consultorias digitais e de negócios.

“É importante entender que todas essas coisas representam o que os clientes precisam agora. Quando fazemos anúncios, fazemos de forma diferente, que conecte todas as habilidades. Queremos ser uma indústria que seja maior que publicidade”, afirmou Nick.

Apesar disso, Sadoun nega que o grupo deva se tornar uma consultoria. “Queremos ser um negócio criativo. Para isso, precisamos de grandes ideias, alavancadas por dados”, contou o CEO do grupo. Para que isso aconteça, segundo o executivo, é necessário manter talentos criativos dentro do setor, além de uma simbiose entre agência e cliente.

Sobre o mercado brasileiro, Sadoun destaca a relevância das marcas que atuam na região, como DPZ&T, Talent, Leo Burnett e a própria Publicis. “O Brasil é um mercado muito importante para o Publicis. O que pudermos fazer para transcender nossa marca, faremos. Investiremos no Brasil, e queremos fazer que todas as nossas agências tenham ativos para conseguir vencer nesse cenário.”

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